Juros no Brasil e EUA, greve no Banco Central, mudanças no crédito privado

No Manhã Inteligente desta segunda (2), Isabella Carvalho e Victor Vietti falam sobre as taxas de juros no Brasil e nos Estados Unidos, as mudanças no mercado de crédito privado e a greve no Banco Central

No Manhã Inteligente desta segunda (2), Isabella Carvalho e Victor Vietti falam sobre as taxas de juros no Brasil e nos Estados Unidos, as mudanças no mercado de crédito privado e a greve no Banco Central.

Mercado espera taxas de juros de Brasil e EUA

As decisões das taxas de juros no Brasil e nos Estados Unidos dominam as atenções do mercado nesta semana. Na quarta-feira, os comitês de política monetária dos bancos centrais americano e brasileiro divulgam as decisões sobre os rumos das taxas básicas daqui e de lá.

Hoje, a taxa básica de juros nos Estados Unidos é de 0,5% ao ano. Já no Brasil está em 11,75% ao ano. E ainda teremos a divulgação do IBC-Br de fevereiro e do IGP-DI de abril. No exterior, sairão os índices de gerentes de compras de abril dos Estados Unidos e da zona do euro.

Mudanças no mercado de crédito privado

O mercado de crédito privado começa a se preparar para uma importante mudança que será implementada no início do ano que vem. De acordo com resolução da Anbima, títulos de dívida privada que estão nas carteiras das pessoas físicas terão que ser marcados a mercado a partir do dia 2 de janeiro de 2023. Isso significa que as oscilações de preço que esses papéis sofrem terão de ser informadas aos clientes.

A medida vale para todas as debêntures, CRIs, CRAs e títulos públicos comprados por meio do sistema Selic. Com a mudança, o investidor conseguirá visualizar, dia a dia, se suas cotas ganharam ou perderam valor.

Servidores retomam greve no Banco Central

A greve do Banco Central havia disosido suspensa por alguns dias. Os servidores aprovaram na sexta-feira a retomada da paralisação por tempo indeterminado a partir de amanhã. A greve foi suspensa depois da reunião com o presidente do BC, Roberto Campos Neto, sob a promessa de reajuste salarial de 5% e implementação de dois itens da pauta não-salarial, que não foram detalhados pela entidade.

Os servidores, porém, declararam que 5% seriam insuficientes e apresentaram contraproposta com reajuste de 27% a ser concedido apenas a partir do dia primeiro de julho.

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