Fusão entre Gol e Azul pode fortalecer mercado, e pior seria se quebrassem, diz Costa Filho

Apesar de reclamar da alta concentração no mercado brasileiro de aviação civil, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou, nesta quinta-feira (16), que a eventual fusão das operações da Gol e Azul, prevista em memorando de entendimento firmado, na quarta ( 15), entre as duas companhias, tende a fortalecer o setor e até ampliar o número de destinos na malha aérea nacional.

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Desde que assumiu o comando do órgão, em setembro de 2023, Costa Filho se queixa de que Latam, e Azul piorar esse quadro, ele disse que a configuração do acordo preliminar anunciado ao mercado prevê que elas vão atuar como uma “federação partidária”, mantendo a independência.

“Encaro uma possível fusão como a federação. Eles vão se fortalecer. Pensando no fortalecimento da aviação, pelo que entendi, eles vão querer preservar a autonomia financeira e a autonomia de governança”, disse Costa Filho.

Segundo o ministro, o governo precisa buscar alternativas para tornar as empresas mais fortes, afastando risco à operação. “O intuito nosso, da Secretaria Nacional de Aviação, é que a gente possa continuar na agenda do fortalecimento da aviação brasileira. O pior cenário para o Brasil seria que essas empresas quebrassem (…) A gente precisa agora oferecer uma mão amiga para poder cuidar desses ativos do Brasil”, afirmou.

*Com informações do Valor Econômico

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