Aneel aprova aumento de até 63,7% no valor das bandeiras tarifárias

O encargo adicional é cobrado nas contas de luz quando pioram as condições e os custos da geração de energia

Foto: Pexels

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajustes nos valores das bandeiras tarifárias — o encargo extra cobrado nas contas de luz quando pioram as condições e os custos da geração de energia. Os aumentos foram de 3,2% a 63,7%.

As tarifas são aplicadas a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e aumentam conforme se agravam as condições de geração. Em condições favoráveis, como as atuais, é praticada a bandeira verde, sem custo adicional.

A bandeira amarela, aplicada quando há condições menos favoráveis para a geração de energia, passou de R$ 1,874 para R$ 2,989 (alta de 59,5%). No caso da bandeira vermelha patamar 1, usada em condições desfavoráveis, a cobrança passará de R$ 3,971 para R$ 6,50 (aumento de 63,7%).

Já bandeira vermelha patamar 2, aplicada em condições muito desfavoráveis, irá R$ 9,492 para R$ 9,795 (reajuste de 3,2%).

Os valores aprovados foram superiores aos propostos em audiência pública realizada entre 14 de abril e 4 de maio (R$ 2,927 a amarela; R$ 6,237 a vermelha patamar 1, e R$ 9,330 a vermelha patamar 2).

Com conteúdo VALOR PRO, o serviço de informação em tempo real do Valor Econômico


Você também pode gostar
Redação IF Publicado em 30.jun.2022 às 17h50
Ibovespa cai 11,50% em junho e 5,99% no primeiro semestre

No pregão de hoje, Fleury disparou 16,1% após assinar acordo para possível fusão com o Hermes Pardini, que subiu 18,99%

1 min
Redação IF Publicado em 30.jun.2022 às 15h17
Dólar apaga ganhos e fica abaixo dos R$ 5,20

Moeda americana chegou a R$ 5,27 na máxima do dia

1 min
Redação IF Publicado em 30.jun.2022 às 14h23
4 min
Manhã Inteligente Publicado em 30.jun.2022 às 12h06
PIB dos Estados Unidos, investimentos em debêntures, golpes financeiros

Isabella Carvalho e Ítalo Martinelli comentam esses e outros assuntos que podem afetar seu bolso nesta quinta (30)

Redação IF Atualizado em 30.jun.2022 às 10h53
Inflação com consumo nos EUA sobe 0,6% em maio; ativos domésticos são pressionados pelo cenário mais adverso no exterior

O Ibovespa tem forte queda enquanto o dólar opera em alta ante o real no início desta quinta-feira

2 min