Bolsas da Ásia fecham em queda com CPI dos EUA no radar; Xangai é exceção

Na China, o índice Xangai Composto se descolou de seus pares e fechou em alta, com destaque para os ganhos do setor imobiliário

As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em queda nesta segunda-feira, com os investidores avaliando o cenário econômico global antes da divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, na terça-feira.

Na China, o índice Xangai Composto se descolou de seus pares e fechou em alta, com destaque para os ganhos do setor imobiliário.

Japão

Em Tóquio, o índice Nikkei registrou queda de 0,88%, a 27.427,32 pontos, seguindo amplas quedas entre outras bolsas asiáticas em meio a preocupações com as perspectivas econômicas globais e o aperto das políticas dos bancos centrais.

As ações das companhias fabricantes de instrumentos de precisão caíram, com a Hoya registrando queda de 2,7%, a Terumo contabilizando retração de 1,2% e a Nikon caindo 3,6%.

Coreia do Sul

Em Seul, o índice Kospi fechou em queda de 0,69%, a 2.452,70 pontos, contabilizando a terceira sessão consecutiva em queda. As ações do setor de tecnologia lideraram as perdas. Os mercados também esperam pela divulgação dos dados da inflação ao consumidor nos Estados Unidos, na terça-feira.

As empresas Naver e Kakao Corp. caíram 3,0% e 4,9%, respectivamente. A fabricante de baterias LG Energy Solution caiu 3,7%.

Hong Kong

Em Hong Kong, o índice Hang Seng encerrou a sessão com retração de 0,12%, a 21.164,42 pontos, com os investidores se dividindo entre a cautela devido a publicação do CPI dos EUA na terça-feira e a esperança pela recuperação econômica na China.

China Continental

Na China Continental, o índice Xangai Composto fechou a primeira sessão da semana em alta de 0,72%, a 3.284,1599 pontos, com os mercados mais otimistas com a possibilidade de uma recuperação da economia chinesa. O setor imobiliário liderou os ganhos, com a Sany Heavy Industry subindo 10%, enquanto a Zoomlion Heavy registrando alta de 6,4%.