EUA: Pedidos de seguro-desemprego batem 239 mil, acima do esperado

Índice de Preços ao Produtor (PPI) também foram divulgados nesta quinta e apresentaram forte desaceleração

Os pedidos de seguro-desemprego nos EUA subiram em 11 mil na semana passada em relação à anterior, a 239 mil, de acordo com dados divulgados na manhã desta quinta-feira (13) pelo Departamento do Trabalho.

O resultado veio acima do esperado e contrariou a previsão de analistas consultados pelo “The Wall Street Journal”, de 235 mil. Este é o nível mais alto de pedidos iniciais desde 15 de janeiro de 2022, quando o número atingiu 251.000.

A média móvel das últimas quatro semanas subiu em 2.250 no intervalo citado, a 240.00.

Já os pedidos continuados da semana caíram 13 mil em relação ao número da outra semana, a 1,810 milhão, enquanto sua média móvel de quatro semanas aumentou 9.500, a 1,813 milhão, de acordo com a média revisada, segundo o Departamento do Trabalho.

Preços ao produtor

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) dos EUA registrou forte desaceleração em março, segundo mostram dados divulgados há pouco pelo Departamento do Trabalho.

No mês passado, o indicador teve queda de 0,5% em relação a fevereiro, em leitura bem mais fraca em relação à estabilidade prevista por analistas consultados pelo “The Wall Street Journal”.

O núcleo do PPI – que exclui os itens de energia, alimentos e comércio exterior – teve avanço de 0,1% na mesma comparação, também abaixo da previsão do mercado, de alta de 0,2%.

No período de 12 meses encerrados em março passado, o PPI teve alta de 2,7%, enquanto seu núcleo subiu 3,6%. Ambos desaceleraram em ritmo significativo, após registrarem altas de 4,9% e 4,5%, respectivamente, em fevereiro.

Revisão de fevereiro

O Departamento do Trabalho revisou a leitura de fevereiro do PPI. Agora, a entidade registra estabilidade do indicador em relação a janeiro, de queda de 0,1% na divulgação inicial. Já a base anual passou de avanço de 4,6% para ganho de 4,5%.

Já o núcleo do PPI em fevereiro passou de alta mensal de 0,3% para 0,2%, e no período de 12 meses mostra agora aumento de 4,5%, ao invés dos 4,4% registrados anteriormente.

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