Banco Central da China anuncia medidas para impulsionar economia do país

O ajuste irá injetar cerca de 1 trilhão de yuans (US$ 141 bilhões) na economia, segundo estimativa do presidente do Banco Central chinês, Pan Gongsheng

Yuan, a moeda oficial da China. Foto: Pixabay
Yuan, a moeda oficial da China. Foto: Pixabay

O Banco do Povo da China (PBoC, o Banco Central chinês) anunciou nesta quarta-feira (24) que irá reduzir o montante de depósitos que bancos locais precisam separar como reservas, em mais uma tentativa de impulsionar o crescimento da segunda maior economia do mundo.

Em coletiva de imprensa, o presidente do PBoC, Pan Gongsheng, disse que a taxa de compulsório bancário será reduzida em 50 pontos-base a partir de 5 de fevereiro. O ajuste irá injetar cerca de 1 trilhão de yuans (US$ 141 bilhões) na economia, acrescentou ele.

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O PBoC também decidiu cortar suas taxas de reempréstimo e de redesconto em 25 pontos-base, medida que entra em vigor nesta quinta-feira (25).

Pan afirmou ainda que o PBoC pretende em breve anunciar políticas sobre empréstimos para ajudar a indústria imobiliária, que há anos enfrenta sérias dificuldades.

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Com informações da Associated Press, Dow Jones Newswires e Estadão Conteúdo

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