Santander: lucro gerencial é de R$ 4 bi no 1º tri, alta de 1,3%

O resultado veio levemente abaixo das projeções dos analistas consultados pelo Valor

Investidores observam painel no prédio da Bolsa de Valores em São Paulo
Pessoas observam painel eletrônico da da Bolsa de Valores, com gráfico do Ibovespa (Foto: Marco Ankosqui/Agência O Globo)

O Santander Brasil obteve lucro líquido gerencial de R$ 4,005 bilhões no primeiro trimestre, o que representa alta de 1,3% na comparação com o mesmo período do ano passado e avanço de 3,2% ante o trimestre imediatamente anterior. O resultado veio levemente abaixo das projeções dos analistas consultados pelo Valor, que apontavam um ganho de R$ 4,039 bilhões.

O lucro societário do Santander ficou em R$ 3,946 bilhões entre janeiro e março, com alta de 40,1% ante igual intervalo de 2021 e de 3,9% na margem.

“Continuamos nossa história de crescimento, com resultados consistentes e recorrentes, suportados pela nossa boa capacidade de antecipação de tendências. Nossas medidas permitiram alcançarmos desempenhos sólidos em alguns de nossos principais negócios. Acreditamos em uma combinação de cultura orientada para a expansão e boa capacidade de reação aos sinais, que pode ser evidenciada pela nossa gestão de riscos”, diz em nota o presidente do banco, Mário Leão.

O terceiro maior banco privado do país em ativos contabilizou margem financeira bruta de R$ 13,938 bilhões no primeiro trimestre, com queda de 1,5% ante o trimestre anterior e alta de 3,8% em relação ao primeiro trimestre de 2021.

As despesas líquidas com provisões para devedores duvidosos (PDD) ficaram em R$ 4,612 bilhões, com alta de 24,9% ante o trimestre anterior e 45,9% em relação ao primeiro trimestre de 2021.

As receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias atingiram R$ 4,617 bilhões, com queda de 7,3% no trimestre e alta de 5,7% no ano. Já as despesas gerais totalizaram R$ 5,534 bilhões, com baixa de 1,5% no trimestre e alta de 10,5% no ano.

O retorno sobre o patrimônio (ROE) – excluindo ágio – ficou em 20,7% no primeiro trimestre, ante 20,6% no quarto trimestre e 20,0% no primeiro trimestre do ano passado. O índice de Basileia ficou em 14,7%, de 14,9% e 15,2%, na mesma base de comparação.

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