Dólar fecha em queda nesta sexta, mas acumula alta na semana

Nesta sexta-feira (7), a moeda norte-americana recuou 0,82% e fechou a R$ 5,6325; no acumulado da semana, alta foi de 1,04%

Dólar teve forte queda nesta terça (Foto: Pixabay)

Pontos-chave

  • Dólar encerrou a primeira semana de 2022 em alta, após dados de emprego mais fracos do que o esperado dos Estados Unidos

O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (7), mas encerrou a primeira semana de 2022 em alta, após dados de emprego mais fracos do que o esperado dos Estados Unidos.

A moeda norte-americana caiu 0,82%, cotada a R$ 5,6325.

Na quinta-feira, o dólar recuou 0,65%, a R$ 5,6790. Na parcial da semana e do ano, acumulou avanço de 1,04% frente ao real.

A criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos ficou abaixo do esperado em dezembro, em meio à escassez de trabalhadores, e os ganhos no emprego podem permanecer moderados no curto prazo, à medida que as crescentes infecções por Covid-19 afetam a atividade econômica. Foram criados 199 mil postos de trabalho fora do setor agrícola no mês passado. A taxa de desemprego caiu para 3,9%, ante 4,2% em novembro, ressaltando o aperto nas condições de mercado de trabalho.

Economistas consultados pela Reuters esperavam abertura de 400 mil vagas e queda na taxa de desemprego a 4,1%. As estimativas variaram de 150 mil a 1,1 milhão de postos de trabalho gerados.

A “economia americana voltando ao pleno emprego reforça que teremos alta de juros em breve nos EUA, mais um desafio para o cenário local”, disse em post no Twitter Rafaela Vitoria, economista-chefe do banco Inter.

O potencial enxugamento de liquidez pelo BC norte-americano e a perspectiva de elevação dos juros nos EUA representa um desafio adicional para a classe de ativos emergentes (da qual faz parte o real), que costuma sofrer em situações assim devido ao risco de fuga de capital para os EUA, onde a rentabilidade dos títulos ficaria maior com a alta de juros, pano de fundo de daria suporte ao dólar.

Por aqui, segue no radar dos investidores a conjuntura fiscal brasileira — tema que deve dominar a atenção de investidores em 2022, dividindo os holofotes com a corrida eleitoral à Presidência.

Com informações do g1.


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