CDB

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A sigla CDB significa Certificado de Depósito Bancário. CDB é um título de renda fixa emitido por bancos. Funciona como um empréstimo a um banco com um prazo predeterminado e cuja taxa de remuneração varia de CDB para CDB.

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A taxa de rendimento do CDB pode ser prefixada, pós-fixada ou flutuante, ou seja, atrelada a um índice variável, como o CDI ou o IPCA.  

O prazo mínimo de resgate e o prazo de vencimento também mudam em cada caso. Em média, os CDBs vencem em até três anos, sendo possível resgatar o investimento antes, na maior parte dos casos. 

Mas atenção: na hora de contratar este produto, fique atento se há data de carência, período no qual não será possível resgatar a aplicação. 

Como todo empréstimo, o CDB tem seus riscos. Risco de o banco quebrar, por exemplo. A vantagem é que, em aplicações de até R$ 250 mil por CPF há a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Se o investimento for superior a este valor, o excedente não será coberto. 

Como tudo começou 

O CDB surgiu na década de 1960, em Nova York. Nos Estados Unidos, este instrumento é chamado de CD (certificado de depósito) e foi criado pelo First National City Bank of New York (hoje, Citibank). A ideia era facilitar e agilizar a captação de recursos pelos bancos. 

Quanto rende o CDB? 

Depende. O rendimento do CDB varia de título para título. Os prefixados são definidos no momento da aplicação. Ele é indicado para momentos em que a Selic está em trajetória de queda. 

Já os CDBs flutuantes podem ser indicados quando o juro está subindo, já que muitos deles acompanham o CDI, que segue a Selic. Eles também podem acompanhar índices inflacionários, como o IPCA e o IGP-M

Os pós-fixados geralmente combinam uma taxa prefixada com uma taxa flutuante. 

E o Imposto de Renda? 

O CDB tem incidência de Imposto de Renda de acordo com a tabela regressiva no resgate ou no vencimento do título. Em resgates antes da aplicação completar seis meses, o imposto cobrado é de 22,5%. Para resgates e vencimentos entre seis meses e um ano, o IR é de 20%. De um a dois anos, o imposto cai para 17,5%. Depois de dois anos do investimento, o imposto no resgate será sempre de 15% sobre o lucro. 

Pode haver ainda cobrança de IOF (Imposto sobre operações financeiras) sobre o CDB, também com alíquotas regressivas, caso o resgate seja feito antes de 30 dias corridos da data de aplicação. A taxa é bem alta nestes casos, partindo de 96% no primeiro dia. Com 15 dias, é de 50%. 

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