Taxa semestral do Tesouro Direto é cobrada hoje; veja como efetuar o pagamento

Valor é referente à custódia paga à B3

Pontos-chave

  • Valor de 0,20% é cobrado pela Bolsa, que "guarda" as aplicações no Tesouro

Dia 1º de julho, o investidor do Tesouro Direto já sabe (ou deveria saber): chegou a hora de pagar mais uma parcela da taxa de custódia sobre o valor dos títulos que têm investido. O valor total de 0,20% é cobrado e pago à B3, que é a instituição responsável por “guardar” suas aplicações no Tesouro e mantê-las seguras.

Quando a taxa é cobrada

Apesar da taxa ser anual, sua cobrança é realizada em duas parcelas, uma no 1º dia útil de janeiro e outra no 1º dia útil de julho. A cobrança é proporcional aos dias em que o valor ficou investido. Além disso, a cobrança só é efetuada quando a taxa somar a partir de R$ 10. Se o valor for inferior, será acumulado para cobrança no próximo vencimento, em janeiro.

A Secretaria do Tesouro Nacional é a responsável por enviar à corretora, o nome e o valor devido de todos os investidores cadastrados no programa. O investidor precisa ter esse montante disponível na conta da corretora para que ela recolha o valor e repasse para a B3.

Como funciona a cobrança

Você deve receber um e-mail do Tesouro, com assunto “Cobrança semestral Tesouro Direto”, informando a quantia exata a ser paga e em qual corretora será feita a cobrança, caso você invista por meio de mais de uma plataforma.

Se não tiver essa quantia disponível na conta da corretora, transfira a quantia para cobrir o valor da taxa. Sem o dinheiro na conta, a corretora pode vender algum de seus títulos para cobrir a taxa e pagar a B3, independentemente se é um bom momento para isso.

Com conteúdo do site Valor Investe, um veículo Globo Notícias